Não consigo falar,
Do amor que sinto,
Não consigo expressar.
Não compreendo o que sinto,
Nem mesmo o que persiste em me tocar.
Deitei-me, sem te falar.
Logo, lágrimas vieram me lembrar;
Mesmo que tão longe de mim estás,
Jamais do meu coração se ausentarás.
Sem te ver, nem te escutar,
Surto sozinho, não consigo respirar;
Adormeço pensando que logo tudo irá passar.
Na janela do meu quarto,
Logo cedo vem o sol me excitar.
Com palavras quentes me conforta,
Dizendo que nada poderá nos separar.
No que sinto, é algo simples.
Puro de se beber,
Próprio de se embriagar.
Algo para viver o hoje,
No amanhã, que jamais vai acabar.
"Diego J. Pereira".
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