Uma história meio suja, de traços bizarros.
Em um contexto de letras.
Com cenário de latas e garrafas.
Musica moderna, no lugar das risadas.
Abraço em meu peito,
Um leve sopro do vento.
Sinto cheiro de amor,
De quentes tons de cor.
Sentado em um momento do meu pensamento.
Sinto vontade de viver esse momento.
Canto calado sentindo o calor amurar meu tempo.
Não entendo, porém compreendo;
As realidades que me aguçam os sentimentos.
Tento correr, fugir do sofrimento.
Esqueço que vivo de lágrimas e lamentos.
Nada acabou para recomeçar.
Tudo está, onde jamais pôde acabar.
Alimento-me do tempo no virtuoso momento.
Preciso saber para onde este vento irá soprar.
Quando eu estiver pronto para novamente velejar!
"Diego J. Pereira"
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