quarta-feira, dezembro 03, 2008

“Obra do inimigo”

Pratos quebrados,
Copos de vidro.
Ouvi sons de tiro.
Não era bandido.
Mas, era temido.

Nação torturada,
Exorbitando por nada.
Vidas queimadas,
Almas crucificadas.
Choros e lágrimas.

Pecando contigo,
Está o inimigo.
Maquinando sua vida.
Sem valor, sem saída.
Tem prazer na despedida.

Copo de vidro.
Conhaque, cachaça, batida.
Coração amargurado da vida.
Curtição, mundo da destruição.
Avareza, vivendo na soberba.

Constrói com o mal sua realeza.
Vende o amor, troca por riqueza.
Prata, ouro, diamante.
A cada dia da felicidade
Mais distante!

Inundação de água,
Chuva de sangue.
Almeja o bem na maldade
Do infeliz esta é a realidade.

"Diego J. Pereira"

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